27
AGOSTO
2014

21:13
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Candidatos e candidaturas
Em: 24/08/2014 às 09:22h por Onofre Ribeiro
As eleições de 2014 em Mato Grosso estão mostrando uma boa evolução na percepção do eleitor em relação aos candidatos a governador e senador, particularmente.
Para governador, são cinco candidatos, três com reais chances: José Riva, Pedro Taques e Lúdio Cabral.
É de se registrar a ousadia do candidato Muvuca em lançar-se e adotar um corajoso discurso em relação às drogas.
Os outros três tem perfis conflitantes. Porém, melhor do que os perfis, é o fato de dar escolhas ao eleitor.
Gerações anteriores viveram períodos em que as escolhas não se resolviam nas urnas, mas no escuro dos gabinetes partidários. De 1965 a 1982 não se votou pra governador no Brasil.
A unanimidade nunca foi uma boa conselheira e nem indica escolhas melhores. Os três perfis são polêmicos. 
O deputado José Riva, jovem ex-prefeito de Juara, tem um histórico de cinco mandatos em 20 anos como parlamentar estadual. Sua carreira na Assembléia dividida esse tempo entre cargos da Mesa Diretora, onde enfrentou muitas contradições.
Ninguém, contudo, pode negar sua articulação... Leia mais
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Eficincia da gesto pblica
Em: 21/08/2014 às 09:52h por Onofre Ribeiro
Ninguém duvida que o modelo da gestão pública brasileira em todos os níveis está completamente esgotado por vícios históricos e os cometidos ao longo dos últimos 26 anos depois da atual Constituição. Em Mato Grosso não é diferente.Então, seria natural que o tema surgisse forte na campanha eleitoral para o governo de Mato Grosso nesta eleição. Dois candidatos tratam o tema com profundidade em suas propostas: o deputado José Riva e o senador Pedro Taques.Em 2013, o deputado estadual José Riva encomendou o estudo "Mato Grosso Mais Eficiente", coordenado pelo economista Paulo Rabello de Castro, do qual resultou a proposta de "Lei da Eficiência Pública", formulada depois de cinco audiências públicas em municípios do estado. A essência da lei diz respeito a reduzir os gastos nas atividades-meio da administração para liberar recursos para os investimentos, hoje limitados ao Fundo de Habitação e Transportes-Fethab. O "Mato Grosso mais Eficiente" analisou o desempenho da economia de Mato Grosso incluindo a política tributária atual e os programas de incentivo, a evolução dos gastos... Leia mais
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Desgaste das peas
Em: 20/08/2014 às 09:33h por Onofre Ribeiro
Os candidatos aos cargos executivos na eleição atual, sem exceção, priorizam a gestão pública para que ela preste os serviços públicos que deveria prestar com os impostos arrecadados da sociedade. Será uma tarefa pra muitos anos recuperar a chamada máquina pública. Desde a Lei n. 9.504, de 30 de setembro de 1997, que regulou as coligações partidárias, as eleições saíram do campo político para o campo da engenharia dos interesses públicos e dos impublicáveis.Péssimo foi para a gestão pública. O partido vencedor cede áreas da gestão aos coligados da eleição e estabelece feudos de interesses localizados que aos poucos dominaram a gestão pública em ministérios, secretarias, etc. Criação de novos cargos comissionados para abrigar partidários e, a partir daí, a construção de negócios econômicos em detrimento da função social.Os quadros técnicos de carreira da gestão pública desde 1988 são concursados. Mas entraram em trabalho sem perspectivas claras, porque os cargos mais bem pagos são... Leia mais
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Discusses da campanha
Em: 19/08/2014 às 09:55h por Onofre Ribeiro
Em 1978 tive a oportunidade de assistir às discussões da próxima legislatura presidencial sobre Mato Grosso. O próximo presidente seria o General João Baptista Figueiredo, que governaria o Brasil até 1985, encerrando o ciclo de governos militares iniciado em 1964. Ele não seria eleito pelo voto direto da população, mas pelo voto dos congressistas federais representando os eleitores brasileiros.O grande tema de Mato Grosso na época era o desenvolvimento econômico iniciado no começo da década anterior com a ocupação da Amazônia, e o retorno dos recursos do Programa de Desenvolvimento de Mato Grosso – Promat, criado dentro da Lei Complementar 31/77 (a que dividiu Mato Grosso para criar Mato Grosso do Sul). Previa que durante dez anos depois de 1979 o governo federal passaria a Mato Grosso anualmente recursos para investimentos e para o custeio de despesas, como forma de compensar pela divisão feita a partir de 1979. Cessaram em 1986.Era o tempo das colonizações no norte, no noroeste e no Araguaia, e as demandas por tudo eram gigantes.Passados 40 anos as eleições são diretas desde 1982 para governador, e as demandas são muito... Leia mais
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Perguntas de jornalistas
Em: 18/08/2014 às 09:21h por Onofre Ribeiro
Nestes últimos dias o apresentador do Jornal Nacional, William Bonner, respondeu às críticas de que as perguntas dele e da apresentadora Patrícia Poeta aos presidenciáveis foram agressivas. Aproveito a defesa do apresentador para colocar uma questão relacionada daqui.Nossos candidatos a governador e senador tem atitudes controversas diante das perguntas dos jornalistas nas entrevistas. Antes, lembro de alguns entrevistados e suas atitudes. O ex-governador Garcia Neto (1975-1978) quanto mais apertado melhor respondia. O brilhante jornalista Oscar Ramos Gaspar, correspondente do jornal "O Estado de São Paulo" em Cuiabá e ele, tinham uma rusga eterna. Era uma deliciosa disputa palmo a palmo entre ambos. A propósito Oscar cunhou o conceito "político bom é como cavalo de raça. Não precisa de espora e se você usa, ele pula alto". Júlio Campos é outro. Quanto mais apertado mais brilhante. Dante de Oliveira era outro que se divertia nos apertos.Na disputa a governador neste ano entre os candidatos, José Riva lembra bem Garcia Neto e Júlio Campos. Vai muito bem nos apertos e não foge da raia. Lúdio Cabral tem uma linha leve e também não foge... Leia mais

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Onofre Ribeiro
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